domingo, 29 de março de 2026
MÚSICA: VOU AO RUMO DE BELÉM...
quinta-feira, 12 de março de 2026
POR QUE BELÉM É CHAMADA DE CIDADE MORENA...
Belém, a capital do Pará, é carinhosamente chamada de
"Cidade Morena" principalmente por referências à diversidade étnica e
à cor da pele da maior parte da sua população, que reflete uma forte mistura de
raças. Esse tom "moreno", marrom ou pardo, é visto como um traço de
identidade cultural da região.
Aqui estão os pontos principais sobre o apelido:
Diversidade da População: O termo refere-se à pele morena,
caracterizada por tons que variam entre o pardo, moreno claro e escuro,
simbolizando a mistura de povos originários (indígenas), africanos e europeus.
Identidade e Cultura: A "Cidade Morena" representa
o calor humano, as cores e a mistura que definem a cultura paraense.
Reivindicação Negra: Embora o apelido "morena"
seja popular, críticos e movimentos sociais destacam que Belém é uma cidade que
reivindica sua forte identidade negra, com o Censo de 2010 revelando uma grande
população preta e parda.
Outros Apelidos: É importante notar que o apelido mais comum
e oficial de Belém é "Cidade das Mangueiras", devido à sua
arborização com mais de 12 mil mangueiras, além de ser conhecida como a
"Metrópole da Amazônia".
quinta-feira, 25 de setembro de 2025
BELÉM SERÁ A CAPITAL DO BRASIL DURANTE A COP30
A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quinta-feira
(25), um projeto de lei que transfere simbolicamente a capital do Brasil para
Belém (PA) durante a 30ª Conferência do Clima da ONU (COP30). Se aprovada
também pelo Senado, a medida valerá entre os dias 11 e 21 de novembro.
O projeto, de autoria da deputada Duda Salabert (PDT-MG),
permite que os atos do Poder Executivo, como despachos do presidente e de
ministros, sejam datados como se tivessem sido assinados na capital paraense
durante o evento. O objetivo é reforçar o compromisso do Brasil com as questões
ambientais.
O relator, deputado José Priante (MDB-PA), lembrou que a
medida não é inédita, citando a transferência simbólica da capital para o Rio
de Janeiro durante a Rio-92. "Isso retrata a importância de que todos os
brasileiros possam [...] reconhecer o simbolismo desse evento no coração da
Amazônia", justificou.
A proposta foi aprovada por 304 votos a 64, com oposição
apenas do partido Novo e da liderança da oposição. O deputado Luiz Lima
(Novo-RJ) criticou a medida, afirmando que, mesmo simbólica, a transferência
gerará custos com aluguel de veículos e tecnologia.
O texto agora segue para a análise do Senado Federal.



